Compara animais de companhia, raças de cavalos e espécies de papagaios
Dois coelhos precisam de uma casa diferente da de um grupo de peixes-dourados. Cuidar de um cavalo também traz tarefas diárias diferentes das de cuidar de um papagaio. Aqui podes comparar dois animais lado a lado e perceber, passo a passo, o que os seus cuidados implicam.
A tua seleção é usada apenas neste separador e não é guardada.
Animais de companhia
Quanto espaço podes manter sempre disponível, quem vai cuidar dos animais e que tarefas cabem no teu dia? Compara as necessidades práticas que distinguem os cuidados de cada um.
Cão
Passeios em conjunto e uma rotina com cuidados assegurados.
Fotografia: British Shorthair Cat · Martin Hedegaard · CC BY 2.0. Imagem redimensionada proporcionalmente e guardada no formato WebP. O enquadramento original completo foi preservado. A imagem baseia-se na versão para a Web do Commons indicada como fonte. O perfil de cor incorporado foi convertido para o espaço de cor sRGB.
Fotografia: British Shorthair Cat · Martin Hedegaard · CC BY 2.0. Imagem redimensionada proporcionalmente e guardada no formato WebP. O enquadramento original completo foi preservado. A imagem baseia-se na versão para a Web do Commons indicada como fonte. O perfil de cor incorporado foi convertido para o espaço de cor sRGB.
Cuidados diários
Cão
Várias saídas por dia, com tempo para farejar, brincar e fazer pequenos exercícios de treino. A duração e o ritmo devem adaptar-se a cada cão.
O convívio regular com pessoas conhecidas e os cuidados assegurados fazem parte do planeamento. Convém saber quem cuida do cão quando estás a trabalhar, estás doente ou vais de férias.
Numa casa com vários gatos, a relação entre eles conta. Locais separados para comer, caixas de areia distintas e caminhos por onde se possam afastar reduzem a competição.
Um lugar sossegado para dormir e percursos fáceis de percorrer dentro de casa também ajudam os cães mais velhos. O exercício no exterior continua a fazer parte do dia.
Superfícies para arranhar, lugares elevados para descansar e esconderijos aumentam o espaço que o gato pode usar. Os percursos importantes não devem terminar em becos sem saída.
Convém planear em conjunto a alimentação, a higiene, o treino, as consultas veterinárias e quem pode assumir os cuidados quando não podes fazê-lo. As necessidades mudam com a idade e a saúde.
As janelas e varandas precisam de proteção adequada para gatos. Uma janela basculante entreaberta pode prender um gato, e convém habituá-lo cedo à caixa de transporte.
O convívio regular com pessoas conhecidas e os cuidados assegurados fazem parte do planeamento. Convém saber quem cuida do cão quando estás a trabalhar, estás doente ou vais de férias.
Um lugar sossegado para dormir e percursos fáceis de percorrer dentro de casa também ajudam os cães mais velhos. O exercício no exterior continua a fazer parte do dia.
Convém planear em conjunto a alimentação, a higiene, o treino, as consultas veterinárias e quem pode assumir os cuidados quando não podes fazê-lo. As necessidades mudam com a idade e a saúde.
Fotografia: British Shorthair Cat · Martin Hedegaard · CC BY 2.0. Imagem redimensionada proporcionalmente e guardada no formato WebP. O enquadramento original completo foi preservado. A imagem baseia-se na versão para a Web do Commons indicada como fonte. O perfil de cor incorporado foi convertido para o espaço de cor sRGB.
Fotografia: British Shorthair Cat · Martin Hedegaard · CC BY 2.0. Imagem redimensionada proporcionalmente e guardada no formato WebP. O enquadramento original completo foi preservado. A imagem baseia-se na versão para a Web do Commons indicada como fonte. O perfil de cor incorporado foi convertido para o espaço de cor sRGB.
Gato
Os cuidados incluem brincadeiras diárias com brinquedos que o gato consiga apanhar, comida e água frescas e caixas de areia limpas.
Numa casa com vários gatos, a relação entre eles conta. Locais separados para comer, caixas de areia distintas e caminhos por onde se possam afastar reduzem a competição.
Superfícies para arranhar, lugares elevados para descansar e esconderijos aumentam o espaço que o gato pode usar. Os percursos importantes não devem terminar em becos sem saída.
As janelas e varandas precisam de proteção adequada para gatos. Uma janela basculante entreaberta pode prender um gato, e convém habituá-lo cedo à caixa de transporte.
Fotografia: 3 horses on pasture · Barbarossa · CC BY 2.5. Imagem redimensionada e convertida para WebP, sem alterações à cena.
Fotografia: 3 horses on pasture · Barbarossa · CC BY 2.5. Imagem redimensionada e convertida para WebP, sem alterações à cena.
Cavalo
Todos os dias, convém verificar se come, bebe e se movimenta normalmente, bem como observar a pele e os cascos. O trabalho no estábulo e as deslocações até lá também exigem tempo.
Precisa da companhia de cavalos com que se dê bem, de vários pontos de alimentação e de espaço para se afastar. O contacto humano não substitui os outros cavalos.
Precisa de movimento livre diário, vedações seguras e terreno utilizável em diferentes condições meteorológicas. Montá-lo, por si só, não satisfaz esta necessidade.
É preciso prever uma área seca para descansar, abrigo contra o mau tempo, água e alimento fibroso, como feno. Também convém organizar os cuidados dos cascos, a assistência veterinária e quem pode assumir os cuidados quando não podes fazê-lo.
Todos os dias, convém verificar a comida, a água, as zonas usadas como casa de banho e o apetite de cada coelho. Caixas onde possam escavar e a procura de comida dão-lhes ocupação.
Para 2 coelhos de porte médio, a organização de proteção animal RWAF recomenda pelo menos 3 × 2 m de área contínua, com 1 m de altura, sempre acessível.
No exterior, precisam de proteção contra predadores, fugas por escavação, calor e humidade. Dentro de casa, cabos e objetos perigosos que possam roer devem ficar fora do seu alcance.
Vivem frequentemente entre 8 e 12 anos, por vezes mais. Também é preciso pensar na companhia de que um coelho sobrevivente precisará se o outro morrer.
A Federação Alemã de Proteção Animal recomenda pelo menos 2 m² de área ao nível do chão para até 4 animais. Os pisos adicionais não substituem esse espaço para correr.
Convém ter vários abrigos com saídas por onde possam fugir, material de cama seco e locais de alimentação acessíveis. O contacto ao nível do chão permite-lhes escolher se querem aproximar-se.
Fotografia: Golden hamster front 1.jpg · Adamjennison111 at English Wikipedia · CC BY 2.5. Imagem redimensionada proporcionalmente e guardada em WebP. A disposição na página pode cortar parte da imagem.
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Hamster-dourado
Convém verificar a comida, a água e os alimentos que guardou, e limpar as zonas sujas. A observação e o contacto, se o hamster se aproximar por vontade própria, ajustam-se às horas em que está acordado ao fim do dia.
A Federação Alemã de Proteção Animal recomenda pelo menos 1 m² de área ao nível do chão, 70 cm de altura e uma camada de pelo menos 30 cm de material onde possa escavar.
Uma roda de exercício suficientemente grande, esconderijos, um banho de areia e acessórios estáveis complementam a área de escavação. Os objetos pesados precisam de apoio firme por baixo do material solto.
Fotografia: Fancy rat blaze.jpg · AlexK100 · CC BY-SA 2.0. Imagem redimensionada proporcionalmente e guardada em WebP. A disposição na página pode cortar parte da imagem.
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Ratazanas domésticas
Precisam de exercício diário numa área segura, atividades e contacto. Durante essas saídas, convém vedar as fendas, proteger os cabos e manter os outros animais afastados.
Redes para descansar, esconderijos, rampas e superfícies fáceis de limpar. Quando envelhecem, devem conseguir chegar à comida e aos locais de descanso sem percursos difíceis de trepar.
Vivem frequentemente entre 2 e 3 anos. Os problemas respiratórios e as mudanças associadas à idade tornam especialmente importante o acesso a cuidados veterinários adequados.
Fotografia: Ferret 2008 · Alfredo Gutiérrez · CC BY-SA 4.0. Imagem redimensionada e convertida para WebP, sem alterações à cena.
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Furões
Quando estão acordados, precisam de tempo para correr, procurar coisas e brincar. Todos os dias, convém verificar os restos de comida, as zonas usadas como casa de banho e a segurança dos espaços de brincadeira.
Devem viver em pequenos grupos de animais que se deem bem. Segundo a RSPCA, uma organização de proteção animal, o ideal é não ultrapassar 4 furões por grupo. A prevenção da reprodução deve ser planeada com um veterinário.
Precisam de locais sossegados para dormir, alimentação adequada a um carnívoro e uma clínica veterinária com experiência em furões. Nas fêmeas, o cio que se prolonga tem de ser prevenido ou tratado.
Precisam de voar em segurança todos os dias fora do viveiro, de comida e água frescas e de limpeza. Janelas, ventoinhas e recipientes de água abertos exigem especial atenção.
Ramos naturais, percursos desimpedidos para voar e locais de alimentação acessíveis. A divisão deve permitir que as aves descansem sossegadas e estar livre de vapores perigosos.
Convém verificar as temperaturas, o equipamento, a água e o comportamento. Manter e cuidar dos insetos vivos usados como alimento também faz parte dos cuidados.
Precisa de aquecimento controlado por termóstato, iluminação adequada com radiação ultravioleta B (UVB) e instrumentos de medição. Um esconderijo húmido complementa o terrário, que é maioritariamente seco.
Convém verificar a temperatura, a respiração, a pele e o filtro, e retirar a comida que não foi ingerida. Os testes à água e as trocas parciais de água fazem parte dos cuidados regulares.
Precisa de um aquário com o filtro biológico já estabilizado para ajudar a manter a qualidade da água, bastante área no fundo, esconderijos e uma corrente suave. O cascalho que possa engolir não é adequado.
Convém observar como nada e respira e se come, dar-lhe alimento adequado e retirar os restos. Os testes à água, os cuidados com o filtro e as trocas parciais de água são tarefas regulares.
A RSPCA Australia, organização australiana de proteção animal, recomenda pelo menos 2 peixes-dourados, com espaço suficiente para ambos quando forem adultos. Se forem variedades com capacidade de natação semelhante, é mais fácil ambos chegarem à comida.
A OATA, associação do setor da aquariofilia, indica pelo menos 100 litros para 1 peixe-dourado adulto de corpo alto e arredondado, mais 50 litros por cada adulto adicional. O comprimento do aquário e a forma do corpo também contam. As variedades de corpo esguio precisam de bastante espaço para nadar.
Precisa de um filtro biológico já estabilizado para ajudar a manter a qualidade da água, testes à água, áreas livres para nadar e elementos lisos no aquário. A temperatura deve adequar-se à variedade, incluindo nos dias quentes.
Os peixes-dourados podem viver muitos anos. As variedades de corpo esguio atingem frequentemente cerca de 25 cm e podem crescer mais, pelo que o aquário deve ser planeado desde o início para animais adultos.
A origem, o nível de treino e as necessidades de cuidados ajudam-te a formar uma primeira impressão. Ao conheceres um cavalo, observa como reage às pessoas, ao ambiente e às atividades que tens em mente.
Haflinger
Cavalo alpino com uma história de uso tanto na equitação como no trabalho de atrelagem.
O treino e a experiência do cavalo devem adequar-se aos teus planos, sejam passeios no exterior, aulas de equitação ou condução de atrelagens. Um temperamento afável procurado na criação não substitui um bom treino.
No tölt, os cascos tocam o chão sucessivamente, a intervalos regulares, num ritmo de 4 tempos. Manter o ritmo e o equilíbrio exige treino adequado. Nem todos os cavalos islandeses fazem também o passo de corrida, um andamento rápido de 2 tempos em que os membros do mesmo lado avançam juntos.
Nos animais que mantêm o peso com facilidade, a erva e o feno podem fornecer mais energia do que a necessária. A condição corporal, ou seja, se o cavalo está magro, com peso adequado ou com excesso de gordura, e o trabalho que realmente faz devem orientar a quantidade de alimento.
Um pasto rico pode fornecer energia a mais a um cavalo que trabalha pouco. Sob a pelagem espessa, a condição corporal também deve ser avaliada pelo tato.
Verifica se há humidade ou irritação na pele sob a crina comprida. Mesmo os cavalos sem ferraduras ou pouco montados precisam de cuidados regulares com os cascos.
O eczema estival, uma reação alérgica às picadas de insetos, pode causar comichão intensa junto à crina e à cauda. Antes da compra, convém falar sobre a proteção contra insetos e os cuidados veterinários necessários.
Ao conheceres o cavalo, observa também como reage quando o vais buscar ao pasto, o escovas e o conduzes em diferentes situações. Isso revela mais do que uma breve volta de teste.
A experiência do cavalo em passeios no exterior, sozinho e em grupo, e a forma como reage quando lhe levantam e seguram os cascos devem adequar-se à tua rotina e permitir que os cuidados sejam feitos em segurança. Os andamentos adicionais pedem orientação de alguém experiente.
O treino e a experiência do cavalo devem adequar-se aos teus planos, sejam passeios no exterior, aulas de equitação ou condução de atrelagens. Um temperamento afável procurado na criação não substitui um bom treino.
Nos animais que mantêm o peso com facilidade, a erva e o feno podem fornecer mais energia do que a necessária. A condição corporal, ou seja, se o cavalo está magro, com peso adequado ou com excesso de gordura, e o trabalho que realmente faz devem orientar a quantidade de alimento.
Verifica se há humidade ou irritação na pele sob a crina comprida. Mesmo os cavalos sem ferraduras ou pouco montados precisam de cuidados regulares com os cascos.
Ao conheceres o cavalo, observa também como reage quando o vais buscar ao pasto, o escovas e o conduzes em diferentes situações. Isso revela mais do que uma breve volta de teste.
No tölt, os cascos tocam o chão sucessivamente, a intervalos regulares, num ritmo de 4 tempos. Manter o ritmo e o equilíbrio exige treino adequado. Nem todos os cavalos islandeses fazem também o passo de corrida, um andamento rápido de 2 tempos em que os membros do mesmo lado avançam juntos.
Um pasto rico pode fornecer energia a mais a um cavalo que trabalha pouco. Sob a pelagem espessa, a condição corporal também deve ser avaliada pelo tato.
O eczema estival, uma reação alérgica às picadas de insetos, pode causar comichão intensa junto à crina e à cauda. Antes da compra, convém falar sobre a proteção contra insetos e os cuidados veterinários necessários.
A experiência do cavalo em passeios no exterior, sozinho e em grupo, e a forma como reage quando lhe levantam e seguram os cascos devem adequar-se à tua rotina e permitir que os cuidados sejam feitos em segurança. Os andamentos adicionais pedem orientação de alguém experiente.
Originário das ilhas Shetland, tem uma pelagem de inverno densa. O livro genealógico britânico admite uma altura máxima de 107 cm ao garrote, o ponto mais alto entre o pescoço e o dorso.
Passeios a pé, exercícios feitos sem o montar e trabalho de atrelagem, se tiver recebido treino adequado, são formas de o manter ativo. As tarefas e o equipamento devem ajustar-se ao seu pequeno corpo.
Um corpo pequeno precisa de relativamente pouca energia. A gestão do pasto e o controlo do peso são especialmente importantes devido ao risco de laminite, uma inflamação dolorosa das lâminas que ligam a parede do casco às estruturas internas.
Verifica as aberturas nas vedações, os portões e os pontos de água e alimentação à altura do pónei. Uma vedação baixa, por si só, não torna o espaço seguro.
Os adultos devem poder assumir o treino, o exercício e os cuidados diários. O tamanho reduzido não faz, por si só, deste pónei uma escolha adequada para crianças.
Ser montado e puxar uma atrelagem exigem treinos próprios. Um cavalo habituado a ser montado pode não estar preparado para usar arreios, puxar uma carga ou lidar com uma atrelagem.
A quantidade de alimento deve refletir o trabalho que o cavalo realmente faz. Uma constituição robusta não justifica refeições adicionais ricas em energia.
Ao experimentares o cavalo montado, observa as mudanças de andamento, as paragens e o equilíbrio. Um movimento expressivo, por si só, diz pouco sobre a compatibilidade entre cavalo e cavaleiro.
É usado para montar, saltar obstáculos e participar em concurso completo, que reúne ensino (uma prova de movimentos executados com precisão), saltos de obstáculos e um percurso de campo. A intensidade do trabalho e a altura dos obstáculos devem adequar-se ao treino, à condição física e à saúde.
Alimento fibroso, água e movimento livre são a base da rotina diária. A quantidade de alimento e o tempo de pasto devem ajustar-se à condição corporal.
A doença de separação da parede do casco, conhecida pela sigla inglesa HWSD, pode fazer com que essa parede se desprenda. Tem hereditariedade recessiva: para desenvolver a doença, o pónei tem de herdar a alteração genética de ambos os progenitores. Os resultados dos exames e os documentos dos testes genéticos devem ser interpretados por um profissional.
O tamanho do cavaleiro, o ajuste da sela e as características daquele pónei têm de ser compatíveis. A designação «pónei», por si só, não indica que carga ou esforço lhe são adequados.
Depois do exercício, verifica se há calor e humidade sob a pelagem densa. A necessidade de usar manta depende do tempo, das condições em que vive e do próprio cavalo.
Pergunta concretamente que atividades já fez: passeios no exterior, contacto com o trânsito, condução de atrelagens e exercícios sem montar. Uma experiência anterior próxima da tua rotina é especialmente valiosa.
A criação inclui cavalos para ensino, modalidade centrada na precisão dos movimentos, saltos e concurso completo, que combina ensino, saltos e percurso de campo. A ascendência e os objetivos de criação ajudam a perceber para que atividades foi selecionado.
A resistência física e a força devem desenvolver-se gradualmente. Passeios no exterior, exercícios sem montar e sessões variadas complementam o trabalho na pista.
As necessidades alimentares dependem do trabalho, da condição corporal e da saúde. Ter ascendência desportiva, por si só, não justifica grandes quantidades de ração concentrada, usada para complementar alimentos fibrosos como o feno.
Movimento livre, companhia de outros equídeos e descanso suficiente também fazem parte da vida de um cavalo de desporto. Treinar numa pista coberta não satisfaz todas estas necessidades.
O alimento fibroso é a base da alimentação. A energia adicional depende do trabalho real. Um cavalo usado para lazer com exercício ligeiro precisa de uma ração diferente da de um cavalo sujeito a exercício intenso.
Os testes genéticos relevantes para a raça respondem a questões de saúde específicas. A documentação deve indicar que variantes foram analisadas e como interpretar os resultados.
Um cavalo treinado para equitação western pode conhecer sinais de comando diferentes dos que o novo cavaleiro usa. Orientação adequada ajuda-vos a começar a trabalhar juntos em segurança.
A raça tem forte presença nas provas equestres de resistência, disputadas ao longo de grandes distâncias. Mesmo assim, os percursos longos exigem uma preparação física gradual e recuperação adequada.
A condição corporal, a alimentação e as verificações dentárias continuam a ser importantes na velhice. As alterações de peso observadas devem orientar o plano alimentar.
A respiração, os dentes, os membros e o movimento devem ser avaliados em conjunto. O aspeto marcante da cabeça não indica, por si só, se o cavalo respira e se movimenta bem.
A atenção ao que o rodeia e as reações rápidas pedem sinais de comando fáceis de entender. Convém apresentar novos lugares, objetos e rotinas gradualmente.
O alimento fibroso e o planeamento da alimentação fazem parte dos cuidados diários. Confirma se os locais de alimentação, os portões e o veículo de transporte oferecem espaço suficiente para aquele cavalo.
Ao escovares a crina, a cauda e os pelos compridos nas pernas, convém verificar também a pele por baixo. A humidade e os pelos embaraçados podem esconder pequenos problemas de pele.
Convém consultar os documentos relativos a doenças hereditárias relevantes para a raça. Os testes genéticos complementam o exame veterinário e a avaliação daquele cavalo.
Mesmo os papagaios pequenos precisam de bastante espaço para voar e de companheiros da mesma espécie com quem se deem bem. Aqui podes comparar as rotinas diárias, os viveiros e os cuidados que, muitas vezes, se prolongam por muitos anos.
Voo diário em segurança fora do viveiro, alimento e água frescos e limpeza. As janelas, ventoinhas e recipientes abertos com água exigem atenção especial.
O voo, o alimento, a água e a limpeza fazem parte dos cuidados diários. Os chamamentos que estas aves usam para se manter em contacto podem ouvir-se claramente.
A organização suíça de proteção animal Schweizer Tierschutz recomenda, para 2 a 4 aves, pelo menos 2 metros quadrados de área no chão do viveiro e 2 metros de altura, além de voo fora do viveiro.
Ramos naturais, trajetos de voo desimpedidos e locais de alimentação acessíveis. A divisão deve oferecer locais tranquilos para descansar e estar protegida de vapores nocivos.
Trajetos de voo desimpedidos e locais seguros para pousar. Um ambiente calmo e uma luz de orientação fraca podem ajudar as aves que se assustam durante a noite.
Voo diário em segurança fora do viveiro, alimento e água frescos e limpeza. As janelas, ventoinhas e recipientes abertos com água exigem atenção especial.
Ramos naturais, trajetos de voo desimpedidos e locais de alimentação acessíveis. A divisão deve oferecer locais tranquilos para descansar e estar protegida de vapores nocivos.
O voo, o alimento, a água e a limpeza fazem parte dos cuidados diários. Os chamamentos que estas aves usam para se manter em contacto podem ouvir-se claramente.
A organização suíça de proteção animal Schweizer Tierschutz recomenda, para 2 a 4 aves, pelo menos 2 metros quadrados de área no chão do viveiro e 2 metros de altura, além de voo fora do viveiro.
Trajetos de voo desimpedidos e locais seguros para pousar. Um ambiente calmo e uma luz de orientação fraca podem ajudar as aves que se assustam durante a noite.
Fotografia: Neophema bourkii 121274727.jpg · Kym Nicolson · CC BY 4.0. A imagem foi reduzida sem alterar as proporções e guardada em formato WebP. Consoante a disposição na página, pode aparecer cortada.
Fotografia: Neophema bourkii 121274727.jpg · Kym Nicolson · CC BY 4.0. A imagem foi reduzida sem alterar as proporções e guardada em formato WebP. Consoante a disposição na página, pode aparecer cortada.
Periquito-de-Bourke
A manhã e o fim do dia são especialmente adequados para observar estas aves e lhes dar tempo de voo. A TVT, associação alemã de veterinários dedicada à proteção dos animais, descreve a espécie como relativamente calma e pouco dada a roer.
A TVT indica pelo menos 2 metros quadrados de área no chão do viveiro quando não há voo adicional fora dele. Um viveiro espaçoso que permita voar, com tempo de voo adicional fora dele, é uma boa opção.
Fotografia: Pyrrhura molinae -captive-perch-8a-1cp.jpg · Brandon Lim; derivative by Snowmanradio · CC BY 2.0. Imagem redimensionada proporcionalmente e convertida para o formato WebP. A disposição na página pode recortar a imagem.
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Conuro-de-bochechas-verdes
Voo, procura de alimento e sessões curtas de treino em que a ave participa voluntariamente. Habituá-la à caixa de transporte e à balança facilita os cuidados.
O World Parrot Trust indica pelo menos 2 metros de comprimento para o viveiro. A largura, a altura e os trajetos de voo desimpedidos também têm de ser adequados, além de haver voo fora do viveiro.
Ramos naturais, objetos seguros para se entreterem e uma divisão protegida onde possam voar. Antes de decidires, convém conhecer de perto o ruído e a sujidade produzidos por aves desta espécie.
O Merck Veterinary Manual indica até 25 anos para pequenos conuros do género Pyrrhura, um grupo de espécies aparentadas que inclui o conuro-de-bochechas-verdes.
Fotografia: Psittacus erithacus -upper body-8c.jpg · L.Miguel Bugallo Sánchez (http://commons.wikimedia.org/wiki/User:Lmbuga) · CC BY-SA 3.0. Imagem redimensionada proporcionalmente e convertida para o formato WebP. A disposição na página pode recortar a imagem.
Fotografia: Psittacus erithacus -upper body-8c.jpg · L.Miguel Bugallo Sánchez (http://commons.wikimedia.org/wiki/User:Lmbuga) · CC BY-SA 3.0. Imagem redimensionada proporcionalmente e convertida para o formato WebP. A disposição na página pode recortar a imagem.
Papagaio-cinzento
Oportunidades variadas para procurar alimento, alimentos vegetais frescos e adequados e cuidados diários. As tarefas de procura de alimento devem ser suficientemente fáceis para que todas as aves consigam comer.
A Schweizer Tierschutz recomenda 6 metros quadrados de área no chão do viveiro para 2 aves, por exemplo, um viveiro de 3 × 2 × 2,3 metros. É ainda necessário voo seguro fora do viveiro.
Ramos resistentes, materiais seguros para roer e trajetos de voo amplos. O equipamento, a limpeza e os cuidados têm de ser adequados a aves grandes com bicos fortes.
Voo diário em segurança, objetos que possam abrir e desmontar e comedouros limpos. Os chamamentos fortes fazem parte do seu contacto normal com outras aves.
Um periquito-de-colar compatível. Os novos companheiros precisam de uma avaliação de saúde, de um plano de quarentena, com separação inicial para reduzir o risco de transmissão de doenças, e de apresentações graduais.
O World Parrot Trust recomenda um viveiro em que se possa entrar, com pelo menos 4,5 metros de comprimento. Também são necessárias largura e altura adequadas e voo diário numa divisão protegida.
Poleiros resistentes com um trajeto de voo desimpedido entre eles, um local abrigado para descansar e vários pontos de alimentação. É preciso proteger as janelas e impedir o acesso aos cabos. Os vapores da cozinha não devem chegar à zona das aves.
Voar, trepar, roer e procurar alimento escondido. Durante uma mudança de alimentação, convém acompanhar o que comem e pesá-los regularmente. Esta espécie também pode emitir chamamentos estridentes.
Um companheiro compatível da mesma espécie e espaço para se afastarem um do outro. As novas relações devem desenvolver-se gradualmente, com alojamento separado disponível se for necessário.
O World Parrot Trust recomenda um viveiro em que se possa entrar, com pelo menos 2,1 metros de comprimento. Vários metros de percurso livre para voar, além do voo diário fora do viveiro, dão-lhes mais oportunidades de movimento.
Poleiros de diferentes espessuras, fechos seguros e materiais para roer dispostos nas laterais, sem obstruir os trajetos de voo. Várias pessoas que as aves conheçam devem poder prestar-lhes cuidados.
Cerca de 20 a 25 anos, segundo o World Parrot Trust. A companhia, a atividade e os cuidados de um veterinário com experiência em aves continuam a ser importantes na velhice.
Movimento diário, tarefas seguras de roer e procurar alimento e porções de comida medidas. O registo do peso e do que as aves realmente comem ajuda a avaliar a alimentação.
Um companheiro compatível da mesma espécie, espaço para se afastarem um do outro e alojamentos separados quando necessário. Convém que quem cuida delas tenha experiência para interpretar a linguagem corporal e reconhecer alterações de comportamento ligadas à reprodução.
A Thieme Tiermedizin recomenda pelo menos 4 × 1,5 × 2 metros, além de voo diário fora do viveiro. São essenciais trajetos desimpedidos entre locais seguros para pousar.
Ramos resistentes, fechos resistentes ao bico e comedouros acessíveis. Várias pessoas que as aves conheçam devem saber como as transportar, pesar e alimentar.
Os resumos baseiam-se nos nossos guias de cuidados publicados. Cada afirmação remete para a secção correspondente ou para uma fonte especializada complementar. Quando conheceres um animal, a sua idade, o estado de saúde e os cuidados que recebeu até então ajudam-te a completar a informação da comparação.
Para ter à mão
Da escolha a um plano de cuidados
Se estás a pensar escolher um animal, uma lista concreta do equipamento necessário e um orçamento para as despesas do dia a dia ajudam-te a preparar a rotina. Convém prever também como organizar os cuidados durante as férias ou em caso de doença e reservar uma verba para despesas veterinárias inesperadas.